O DMAA é uma substância semelhante à anfetamina e que está presente na composição de alguns produtos classificados como suplementos alimentares com indicação para emagrecer ou aumentar o rendimento em atletas. O lado ruim dessa substância compreende justamente os efeitos negativos que a mesma pode causar, como: efeitos tóxicos no fígado; disfunções metabólicas; danos cardiovasculares, como aumento da pressão arterial e frequência cardíaca, além de alterações do sistema nervoso, como ataques de pânico e crises convulsivas.
Há estudos que mostram que o uso do 1 3-dimethylamylamine como fármaco, principalmente como broncodilatador, ajuda os asmáticos a respirar melhor, com a dilatação dos brônquios. Mas, por outro lado, assim como outras substâncias vasodilatadoras, há efeitos colaterais conhecidos e já relatados em diversos trabalhos.
O maior problema estava na divulgação dos produtos com DMAA, os fabricantes prometiam perdas significativas de peso em pouco tempo e citava como efeitos colaterais apenas: diarréia, enjôo, insônia, dores de cabeça e vômitos. Não havia qualquer alerta para pacientes instáveis. Além disso, os produtos traziam em sua composição substâncias proibidas para uso em alimentos como: estimulantes, hormônios ou outras consideradas como doping pela Agência Mundial Antidoping.
A Anvisa alerta aos que correm em busca do corpo perfeito ou da qualidade de vida tomando suplementos sem a devida orientação. É preciso ter cuidado com as promessas milagrosas, pois não existem produtos que garantam com rapidez e segurança a perda de peso e o ganho de massa muscular ou ainda a melhoria da aparência.
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